Qual é o custo real de um iPhone?

Entenda agora a razão do custo de venda do iPhone 11 Prox Max pela Apple ser considerado muito alto no mundo inteiro, ainda mais no Brasil que pode chegar a R$ 10 mil.

Celulares
2 meses atrás
Qual é o custo real de um iPhone?

O custo elevado do iPhone 11 Prox Max

O iPhone mais cobiçado do momento é o 11 Pro Max que na versão com 512 GB, 4G e Câmera 12 MP chega a ser vendido no Brasil a quase R$ 10 mil.

Já nos Estados Unidos o mesmo modelo é vendido por US$ 1.450, o equivalente a aproximadamente R$ 7.673. Considerando o valor de nossa moeda a diferença ainda é grande e se justifica por causa da incidência dos altos impostos.

Se como for, o preço do iPhone é considerado muito alto no mundo inteiro e muitas pessoas acabam acreditando que a Apple se aproveita do sucesso para superfaturar a margem de lucro.

Embora o CEO da empresa jamais deva revelar o valor real de um iPhone diversos analistas já apresentaram uma estimativa de custo.

Tela Retina HD de 6,5 polegadas

A tela Super Retina XDR de 6,5 polegadas é uma das peças mais cara do iPhone 11 Pro Max e o seu custo fica volta de R$ 352,45.

Tenha em mente que estamos tratando do custo de fábrica, pois para o consumidor final o valor sempre fica bem maior. Tanto é assim que tem pessoas que desistem de consertar o celular quando a tela quebra.

Câmera tripla

Outro item que faz o custo do iPhone subir lá nas nuvens é a fabricação das três lentes da câmera de alta resolução.

O conjunto da tripla câmera traseira fica em média US$ 73,50, o que equivale cerca de R$ 389,55.

Bateria de 3.969 mAh

Se você já precisou trocar a bateria de um celular e muito mais de um iPhone sabe que o preço da bateria é caríssimo.

Para a Apple o valor da bateria amplificada de 3.969 mAh em formato de L do modelo 11 Pro Max gira em torno de R$ 55,65.

Peças fundamentais e secundárias

Não menos caros que os componentes anteriores o conjunto da placa mãe, processador e espaço em disco representam um gasto cerca de R$ 842,70.

Essa é a lista das peças fundamentais, mas se somarmos todas outras partes secundárias, como fios e sensores, o custo sobe para mais R$ 959,30.

Custo de operação

O resultado parcial do preço dos componentes fica R$ 2.599,65, o que representa muito pouco perto do valor de venda do produto final.

Acontece que é preciso considerar também diversos custos embutidos que são difíceis de mensurar, entre quais estão:

  • Energia para a produção
  • Operários
  • Engenheiros
  • Designer
  • Marketing

Só para se ter uma ideia a parte de Pesquisa e Desenvolvimento para criação de software, câmera e novas funções representa 6.95% do valor das vendas.

A razão é que exige muito investimento para Apple conseguir inovar no mundo do smartphone com velocidade.

Acessórios

Esse é o preço que o consumidor paga por querer ter o celular mais moderno, além de que o investimento no iPhone implica também em gastos com valores não populares em acessórios:

  • Capa case
  • Película
  • Carregador rápido
  • Adaptador para fones
  • Seguro

Posição da Apple

Por mais que o iPhone 11 Prox Max seja o modelo topo de linha do mercado o descontentamento com o valor de venda tem retraído uma parte do público.

Há quem acredite que a empresa eleve o preço do ticket médio por não conseguir atender a demanda de produção das novas tecnologias lançadas.

De acordo Tim Cook, CEO da Apple, a justificativa do preço do iPhone está que o modelo sintetiza vários equipamentos caros em um só, tais como câmera de foto, vídeo e aparelho de som.

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