Os cinco setores que mais vão crescer e diminuir depois da pandemia

Enquanto alguns setores estão em declínio por causa do isolamento social, outros estão em expansão com o surgimento de novas oportunidades de negócio. Conheça agora os cinco principais setores que valem a pena investir e evitar depois da pandemia.

Trabalho
3 semanas atrás
Os cinco setores que mais vão crescer e diminuir depois da pandemia

Home office

Tem algo melhor de que trabalhar sem sair casa, com horários flexíveis, privacidade garantida e convívio em família?

O home office se mostrou de fato uma ótima maneira de manter a renda e as empresas aprenderam que mais importante de que controlar o horário dos funcionários é focar nos resultados.

Para que gastar tanto com toda uma infraestrutura para manter um escritório ou com deslocamentos para reuniões presenciais se você pode realizar tudo isso dentro do seu próprio lar?

Cursos online

Aprender e investir em especializações são fundamentais para quem deseja alcançar uma carreira de sucesso e se destacar no mercado de trabalho.

Com o isolamento social os cursos online tiveram um enorme crescimento e comprovaram a eficácia do aprendizado sem aulas presenciais.

Estudando em casa o tempo é mais bem aproveitado e o custo do ensino à distância costuma ser bem mais em conta.

Serviço de beleza

Mesmo os serviços de beleza sendo um dos setores mais prejudicados pelo fechamento do comércio, não há dúvida de que voltarão a crescer rapidamente depois da pandemia.

A razão é que ninguém vive sem cuidados estéticos e estudos mostram que o público feminino chega a gastar 30% do salário com beleza.

O negócio da beleza ainda soube se reinventar na quarentena e descobrir o novo campo promissor do atendimento por delivery.

Show online

Um show é um dos negócios que mais movimenta dinheiro, envolvendo inúmeras atividades concomitantes como logística, divulgação, espaço, equipamentos, fornecedores e muito mais.

Eis que a quarentena forçada permitiu aos artistas descobrirem que é possível ganhar mais dinheiro atraindo patrocinadores com um show online utilizando uma estrutura mínima.

Gustavo Lima, embaixador das apresentações por live, chegou atingir 2,6 milhões de acessos simultâneos, abrindo o campo para Marília Mendonça bater o recorde com 3,2 milhões de usuários simultâneos.

Seguros

Um setor que não parou de crescer durante a pandemia e depois deve crescer mais ainda é o serviço de seguros.

A insegurança com a economia, o temor por protestos violentos e a necessidade por um bom atendimento médico levam as pessoas a buscarem garantias seja para seu negócio ou sua vida pessoal.

A empresa Argo, por exemplo, já lançou um novo produto para atender a demanda empresarial por home office, oferecendo o serviço de proteção ao patrimônio de bens instalados nas casas dos funcionários.

Hotéis

Já a rede de hotéis indo na contramão dos novos negócios de sucesso na quarentena deve continuar amargando prejuízos depois da pandemia.

Mesmo com a flexibilização do comércio em algumas cidades os hotéis ainda estão sofrendo com regras rígidas de contenção, entre as quais estão limite de ocupação de 50%, café-da-manhã à domicílio e higienizações pormenorizadas.

O resultado é que muitos hotéis já faliram e muitos seguiram o mesmo destino, uma vez que a crise financeira e o temor por aglomeração deve repelir o turismo por um longo período.

Cinema, teatro, shows e museus

A Universidade Federal de Minas Gerais através do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional divulgou um estudo para mostrar que a paralisação da cultura terá um impacto negativo de R$ 11,1 bilhões durante um trimestre no Brasil.

Com efeito, setores como cinema, teatro, shows e museus estão na lista dos mais prejudicados pela pandemia e com sequelas que devem demorar em se recuperar.

Por outro lado, os serviços de streaming estão sendo a saída para atenuar os prejuízos das atividades culturais, além de que os museus estão oferecendo o serviço de visitas online.

Recessão mundial

Infelizmente a lista de setores em declínio durante e pós-pandemia é muito maior do que a lista dos promissores, além de que o FMI já previu a maior recessão mundial desde a Grande Depressão de 1929.

Os eventos esportivos, por sua vez, que sempre movimentaram tanto dinheiro estão sofrendo da própria supervalorização, não conseguindo pagar os salários milionários dos jogadores e sem receber as cotas de apresentação pela TV.

Em geral, todas as áreas envolvendo o turismo estão sofrendo os maiores impactos da crise econômica e não será surpresa assistir grandes companhias aéreas decretarem falência.

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